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Quem são as vítimas “invisíveis” dos estupros no Brasil?

Entre 2011 e 2014, as crianças e adolescentes corresponderam a 69,9% das vítimas. Cerca de 40% dos estupradores pertenciam ao círculo familiar, incluindo pai, padrasto, tio, irmão e avô. Também foi verificado que mais de 10% das pessoas agredidas sofriam de alguma deficiência física e/ou mental

Fotografia no Marsilac

Marcha de um ano do incêndio da E.E. Renata Menezes

Cantinho do CEU (Grafite na Quadra do Paquistão)

Ocupação Aristocrata

Capoeira no Tangará (10/2016)

Oficina de Tranças no Tagará - Projeto RUAS

Projeto RUAS

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Iniciativa do CEDECA Interlagos em parceria com a Kindernothilfe (KNH – Brasil), o RUAS – Resistência Urbana e Atitude Social é um projeto de educação e cultura que parte do eixo de Mobilização da organização e pretende enfrentar a violência comunitária, criando espaços de organização coletiva e investindo na formação de grupos de jovens, adolescentes e crianças. A proposta central do RUAS é contribuir para que elas e eles discutam a realidade local e proponham ações de intervenção social em conjunto com outros bairros e parceiras/os.

RUAS  como metodologia

A RUA é o local onde estão as manifestações sociais as quais nos habituamos no cotidiano. Trata-se de um espaço no qual as relações sociais e potenciais transformadores são apresentados, e onde injustiças e desigualdades sociais são mais evidentes e aparentes. A RUA é vista por muitos como espaço em potencial para o perigo, lugar onde não se produz, onde está presente a vadiagem, a baderna e a contravenção. O esquecimento e ausência do poder público contribuem ainda mais para esta visão, já que faltam serviços públicos nas ruas da cidade, especialmente, aqueles que atendem a população da periferia.

Ao mesmo tempo em que a RUA nos remete a visões negativas do espaço coletivo, ela também serve de palco para as transformações sociais. E é neste palco para transformações que o caráter de resistência urbana do Projeto RUAS se encontra. Presente já em seu nome, a resistência urbana se dá em todas as etapas do projeto, já que as ações se afirmam como focos de resistência de segregação da juventude. Assim, no centro do projeto está a construção de uma resistência social nos locais em que mecanismos opressivos atuam.

Neste sentido, a RUA passa a ser palco do contexto social em que vivemos. E a transformação desse espaço passa necessariamente plea possibilidade de mudar a forma de olhar e intervir no mesmo. A partir dessa construção podemos observar que a RUA ora apresentada como o espaço das injustiças é (re)significada e passa a ter seu potencial construtivo e participativo reconhecido pelos adolescentes, que passam a encará-la como um espaço de luta e resistência social.

Desde Julho de 2015, o Projeto RUAS (CEDECA Interlagos) tem se inserido nas comunidades do Grajaú e Parelheiros, organizando ações que pautam a Defesa de Direitos de Criança e Adolescentes, foram realizadas diversas articulações, conversas com os moradores, grupos organizados, movimentos e escolas. Todo o processo se consolidou a partir de três fases do projeto.

Atuação

Desde julho de 2015, o Projeto RUAS se insere em comunidades do Grajaú e Parelheiros (Extremo Sul de São Paulo) para pautar ações na defesa dos direitos de crianças e adolescentes. E, desde setembro de 2016, promove oficinas de Arte e Mídia, Cultura Popular e Capoeira, encontros e eventos em nove sete territórios da região (entre ruas e escolas): Jardim Tangará, EE Loteamento Gaivotas III, Jardim da União, EE Tancredo Neves, Porto Seguro (Cantinho do Céu), CEU Navegantes e Marsilac.

 Contato:  mobilizacao@cedecainter.org.br